quinta-feira, 27 de maio de 2010

No ar: Capuccino da Famecos


Na aula de hoje, nervos à flor da pele! Para a maioria do nosso grupo, esta seria a primeira experiência com rádio. Apesar da tensão, nos reunimos e acertamos os últimos detalhes para o programa que aconteceria em breve. Listamos os assuntos que seriam apresentados e fomos à luta.

Começamos falando sobre esporte. Comentamos a chegada da seleção à África do Sul, a vitória do Grêmio sobre o Avaí ontem e o jogo do Inter de hoje à noite, contra o Vasco. Em seguida, discutimos sobre os casos de polícia. Na sequência, destacamos o show da banda Aerosmith, que acontecerá hoje, na Fiergs. Sobre tecnologia, citamos um ônibus movido à hidrogênio lançado no RJ. Tivemos tambem a parte de utilidade pública, citando os bairros de Porto Alegre que ficarão sem água nesta quinta.

No bloco final fizemos um apanhado geral sobre a Copa do Mundo que se aproxima, comentamos sobre a expectativa da participação do tenista brasileiro Thomaz Bellucci em Roland Garros e finalizamos o programa com a trilha sonora da banda americana que toca hoje à noite na Fiergs .
Apesar de alguns problemas com o tempo, pode-se fazer uma avaliação positiva do nosso primeiro programa de rádio.

Por Anna Veiga e Pedro Trindade

Organização para o programa de rádio


Na aula passada (20∕05), a turma se dividiu nos grupos para o programa de rádio, que aconteceu hoje. O programa deveria tratar de diversos assuntos, e ter duração de 20 minutos. Os outros componentes do grupo eram Eduardo, Caroline, Katherine, Maria Luíza e André.
O grupo se reuniu na quarta-feira, escolheu as notícias atuais mais interessantes, dividiu-as em assuntos e decidiu quem falaria sobre o quê. Feito isso, fizemos alguns ensaios para termos, pelo menos, uma noção de como seria em prática.

A história do rádio


Tudo começou em 1863 quando, em Cambridge, James Clerck Maxwell demonstrou teoricamente a provável existência das ondas eletromagnéticas. James era professor de física experimental e apartir desta revelação outros pesquisadores se interessaram pelo assunto. O alemão Henrich Rudolph Hertz foi um deles.

O princípio da propagação radiofônica veio mesmo em 1887, através de Hertz. Fez saltar faíscas através do ar que separavam duas bolas de cobre. Daí surgiram as "ondas hertzianas" ou "quilohertz".
A industrialização de equipamentos deu-se com a criação da primeira companhia de rádio, fundada em Londres, pelo cientista italiano Guglielmo Marconi. Até então a rádio era exclusivamente "telegrafia sem fio", algo já bastante útil e inovador para a época. Oliver Lodge (Inglaterra) e Ernest Branly (França), inventaram o "coesor", um dispositivo que melhorava a detecção, e já em 1897 Oliver Lodge inventou o circuito eléctrico sintonizado, que possibilitava a mudança de sintonia seleccionando a freqüência desejada.
No ano de 1890 o padre-cientista Landell de Moura previa nas suas teses a "telegrafia sem fio", a "radiotelefonia", a "radiodifusão", os "satélites de comunicações" e os "raios laser". Dez anos mais tarde, em 1900, ele obteve do governo brasileiro a carta patente nº 3279, que lhe reconhece os méritos de pioneirismo científico, universal, na área das telecomunicações. Assim, o Padre Landell de Moura foi precursor nas transmissões de vozes e ruídos.
Nos Estados Unidos foram muitos os anos de pesquisas, tentativas e aperfeiçoamentos até Lee Forest instalar a primeira "estação-estúdio" de radiodifusão, em Nova York, em 1916. Aconteceu então o primeiro programa de rádio, que se tem notícia. Tinha conferências, música de câmara e gravações. Surgiu também o primeiro registo de radiojornalismo, com a transmissão dos resultados eleitorais para a presidência dos Estados Unidos.